Dentro de mim existe,
Um enorme desencontro
Ouso desejar, querer sem pressa
Meu caminhar segue adiante
No entanto te peço, aperta o passo
Antes que esse labirinto prenda-me
E sem a gente se dar por conta
O medo toma conta do quer
E mais nada...
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Memórias de Uma Vida
Memórias, apenas isso.
Pedaços de história.
Histórias de vidas que se misturam
umas nas noutras,pedaços de mim
Lembranças perdidas
Memórias de uma vida...
Grito de Alerta (Gonzaguinha)
...Veja bem!
Nosso caso
É uma porta entreaberta
E eu busquei
A palavra mais certa
Vê se entende
O meu grito de alerta
Veja bem!
É o amor agitando o meu coração
Há um lado carente
Dizendo que sim
E essa vida dá gente
Gritando que não...
Pedaços de história.
Histórias de vidas que se misturam
umas nas noutras,pedaços de mim
Lembranças perdidas
Memórias de uma vida...
Grito de Alerta (Gonzaguinha)
...Veja bem!
Nosso caso
É uma porta entreaberta
E eu busquei
A palavra mais certa
Vê se entende
O meu grito de alerta
Veja bem!
É o amor agitando o meu coração
Há um lado carente
Dizendo que sim
E essa vida dá gente
Gritando que não...
sábado, 2 de julho de 2011
As sem-razões do amor
Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabe sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque te amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabe sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque te amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
terça-feira, 28 de junho de 2011
O tempo passa
Um destino e seus desatinos
Que brincadeira tempo
Boneca de louça, vestido de pano...
Labirintos de sentimentos
Em cada dia desse tempo
Sempre bem humorado
Entre o acaso e o ocaso
não passo os dias a negar
Tenho apenas uma certeza
Coisas novas, coisas velhas...
O tempo passa e não volta mais.
Que brincadeira tempo
Boneca de louça, vestido de pano...
Labirintos de sentimentos
Em cada dia desse tempo
Sempre bem humorado
Entre o acaso e o ocaso
não passo os dias a negar
Tenho apenas uma certeza
Coisas novas, coisas velhas...
O tempo passa e não volta mais.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Confidência
O som do piano
Invade a minha calma
Com uma pitada de mal
Transforma lembranças...
Reabre uma passagem
Com beijos nada inocentes
Para o já tão distante
Tempo de sonhar
Invade a minha calma
Com uma pitada de mal
Transforma lembranças...
Reabre uma passagem
Com beijos nada inocentes
Para o já tão distante
Tempo de sonhar
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Sol e lua
Sol e a lua pensa num nome?
Escolho o seu.
Pensa num beijo?
O que você me deu.
Conta uma historia?
Falo da sua.
Você é meu SOL...
Eu sou sua lua...
Ainda haverá tempo?
Ainda haverá tristeza,
Ainda haverá saudade,
Apenas minhas verdades...e te ver feliz !
Escolho o seu.
Pensa num beijo?
O que você me deu.
Conta uma historia?
Falo da sua.
Você é meu SOL...
Eu sou sua lua...
Ainda haverá tempo?
Ainda haverá tristeza,
Ainda haverá saudade,
Apenas minhas verdades...e te ver feliz !
quinta-feira, 9 de junho de 2011
queda-de-braço - Rossyr Berny
meço forças comigo
a mão direita e a esquerda
meu peito e eu
meu coração e eu
a perna direita e a esquerda
meço forças comigo
meus ombros e eu
no escuro no sonho no espelho no bar
homens se encaram e se decifram
meço forças com deus
queda-de-braço
olho na pupila do olho
confissões
e acerto de contas
quem chorar primeiro
paga a cerveja dos dois
a mão direita e a esquerda
meu peito e eu
meu coração e eu
a perna direita e a esquerda
meço forças comigo
meus ombros e eu
no escuro no sonho no espelho no bar
homens se encaram e se decifram
meço forças com deus
queda-de-braço
olho na pupila do olho
confissões
e acerto de contas
quem chorar primeiro
paga a cerveja dos dois
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